Ela pensava no amanhã, querendo saciar sua urgente vontade. Vontade de cair, de crescer, de aprender, de amar e de conhecer. A menina má. A menina doce. A menina-mulher. A, não uma. Ela acreditava num jeito novo de mudar as coisas, ela sempre admirava e se espantava com o novo. Sorrir. Rir. Graça. Talvez, ela procurasse dificuldades. Talvez, ela quisesse fugir delas e acabasse encontrando outras. A menina moderna, apaixonada por romantismo. Tão meiga, tão longe, tão lilás. Por segurar a mão de todos, acaba se desequilibrando. Se isolando por um tempo, no centro do mundo. Tempo. Calma. Tempo e calma. Suave.

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Como a Rafa Sady mesma disse: Vocês não estão lendo as minhas palavras, estão lendo os meus sentimentos.