Essa coisa vem rastejando, doendo, arranhando. Depois vem torturando, massacrando e destruindo. Inimigo, amigo meu, nem para a sua pessoa, desejo isso, que nem ao menos sei o nome. É ruim. É horrível. É uma insegurança que chega a me dar ódio. Eu preciso entender que as pessoas podem sim me amar, de verdade. Podem sim querer meu bem, podem sim, serem sinceras. Me amar não é errado. Te querer, não irá me levar até um julgamento. Eu não preciso de respostas. Os outros, são os outros. Mais pura verdade. E eu preciso te encontrar, de qualquer forma. Não importa quantas vezes você diga que é meu, é preciso de mais e sempre mais. Um pedido de desculpas, um beijo e mais palavras. Eu nem sou tão fã delas, mas qualquer artifício que me traga o alívio, está sendo bem-vindo. Cuidado demais, acaba estragando. Eu não sou assim e nem preciso ser. Eu me corto por dentro, eu me machuco, sem necessidade. Eu não penso, tentando pensar demais. Eu me entrego, sem medo. Mas eu tenho medo. Não de você, de perder você. Mas que venham bons ventos, para mim, por mim. Para nós, por nós. Always.

Oiie Maria Eduarda, tava procurando algo enteressante pra leer e encontrei seu blog, e como não podia ser diferente eu adoreei! vooc realmente consegue colocar sentimentos em palavras e isso é um verdadeiro dom.
ResponderExcluirEu adoro escrever também e, tenho um blog gostaria muito que vooc fizesse uma visitinha e se gostaar segue tou te seguindo. http://www.yanemayanne.blogspot.com/