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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Essa é para você, querida

Preste bem atenção no que irei falar. Eu era sua amiga e você dizia ser minha também. Era uma amizade muito linda, por sinal. Surgiu do nada e acabou do nada. Sentia um carinho enorme por você e gostava quando se preoculpava comigo. E em apenas uma noite, seus olhos se fecharam e nada nunca existiu. Você não quis me escutar e já veio me atingindo com suas palavras fortes, grosseiras e erradas. Onde está a amizade? Se você tivesse pedido, eu poderia procurá-la, mas você não quis. Não insisti. Nunca desejei a sua morte como você desejou para mim e nunca irei desejar, este é um termo forte demais para ser dito a alguém que já amou. Então é assim, você surge e meche comigo, e a pergunta é a seguinte: Eu por acaso te incomodei? Pisei no seu calo? Acho que não. Gosto de joguinhos de entrei no seu, lembre-se que as regras quem criou foi você, que vença a melhor, mas por incrível que pareça, não quero isso. Eu não preciso disso. Não quero ver ninguém perder nada, principalmente você, que tem tanta certeza de que pode ganhar, mas pelo visto, você não tem mais o controle de tanta coisa, não é? Aliás, qual o prêmio mesmo? Pense em tudo o que sentiu e em o que falou, cale a boca do orgulho e reveja o seu conceito sobre infantilidade. A pessoa precisa ser uma pessoa dentro da amizade e a mesma quando está fora dela. Infelizmente, não te reconheço mais e não sei com o que estou lidando. Boa sorte com as suas conquistas, só espero que você não prejudique um inocente só para ter a sua felicidade. Existe outros meios e outras pessoas, ok? Era só isso.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Palavras

Já pude perceber que as palavras não são muita coisa e que não tem relação nenhuma com a verdade. Palavras são ditas e só. O pior disso tudo é que quando as promessas não são cumpridas, machucam. Mas já percebi que promessas não vão com a minha cara. Juras de amor. Eu acredito e acho uma das coisas mais lindas e românticas. Amor eterno. Eu também acredito, mas ele não parece acreditar em mim.
Muitas vezes gostaria de ser mais desconfiada, de não sentir necessidade de alguém ao meu lado. Muitas vezes gostaria de ser mais forte e aceitar a vida como ela é, mesmo não concordando com a maioria dos conceitos que as pessoas tem sobre ela. Eu e a minha mania de querer dar um jeito em tudo. É impossível fugir das palavras e mais impossível ainda não acreditar nelas. Um olhar sincero, um abraço apertado e um beijo apaixonado deveriam ser crime e só deveriam existir palavras, talvez a decepção fosse menor, a queda mais fraca e a fratura, quase invisível. Bom, quem me dera, infelizmente isso são só palavras.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Apaixonada, ou não

É difícil escrever coisas melosas quando não se está apaixonada, ou quando não se pode estar. E quando não sabemos? Na verdade, como se sabe que você deve dizer que ama aquela pessoa, como se escolhe alguém para toda a sua vida? Onde se acha um amor eterno? Para mim, agora, é tudo tão complicado. Não saber se eu te amo, se eu quero te amar, me machuca. Quando a gente sabe que precisa procurar a pessoa certa e quando a gente tem que esperar que ela apareça? Não tenho problema com o tempo, somos bem amigos, poderia esperar o quanto fosse, mas...Eu quero? Eu realmente não sei.
Não sei se preciso de você, mas sinto sua falta. Seria tão mais fácil se você desistisse, mas você é forte demais para isso, ou talvez, só seja apaixonado demais. Gostaria de ser os dois. Não me pergunte nada agora, porque estou certa que lhe darei a resposta errada.